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Seleção Brasileira
Minha história na seleção começou cedo. Em 1992 fui convocado para disputar o sul-americano sub-17, mas dei azar e uma semana antes da competição machuquei o tornozelo e acabei cortado.
Apesar da decepção, essa experiência acabou me influenciando positivamente. No grupo do sul-americano estava o Ronaldo (fenômeno), na época um desconhecido. Quando o vi se destacando no Cruzeiro, em 1993, um garoto que há um ano estava treinando comigo, fiquei confiante de que também poderia atuar profissionalmente.
A próxima convocação veio em 1996, para a disputa de um torneio sub-21 em Toulon. Na seleção principal, fui chamado pela primeira vez em 1999, com o Wanderley Luxemburgo. Participei da conquista da Copa América em 1999 e do pré-olímpico, em 2000.
Infelizmente, o grande momento que seria a Olimpíada acabou se transformando na maior tristeza da minha carreira e no meu pior pesadelo. Tudo deu errado e fomos eliminados por Camarões nas oitavas-de-final. Fiquei muito abalado porque estava confiante que traríamos uma inédita medalha de ouro para o Brasil. Espero ter uma longa carreira defendendo o Brasil e, principalmente, ter a oportunidade de disputar uma Copa do Mundo vestindo a amarelinha. Seria o máximo!
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Técnicos: Humberto Redes (sub17), Toninho Barroso (sub20), Wanderley Luxemburgo, Émerson Leão, Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira (principal).
Jogo inesquecível: “Ah, é difícil escolher um. Jogar pela seleção sempre é especial. Seja em um amistoso ou em uma partida decisiva, sinto muito orgulho de vestir a camisa do Brasil”.
Lembrança ruim: “A Olimpíada de Sydney. Queria muito aquela medalha de ouro e foi muito frustrante não tê-la trazido para o Brasil”.
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